Glúten: Tá na Boca do Povo

Como está no tema da matéria, o glúten está na boca do povo, em todos os sentidos. Essa, também foi capa da revista Viva Saúde, assunto que já abordamos aqui, mas que vale a pena comentarmos novamente. 

Glúten - Constantemente encontrada não só nas embalagens de alimentos, como também na boca do povo. Trata-se de uma proteína encontrada em grãos como o trigo, o centeio, a cevada, a aveia e o malte. Ele não é digerido com muita facilidade, embora seja encontrado em diversos alimentos, pois lhes dá mais elasticidade e volume. Isso explica a presença da farinha de trigo em diversas receitas.

Algumas pessoas reagem ao glúten como algo estranho (doença celíaca), o que leva a necessidade da completa renúncia dos alimentos que o contenham, sob pena de prejudicar o organismo.

O fato é que: A dieta sem glúten está cada dia mais presente na vida das pessoas. Mas será que este nutriente é realmente o vilão? 

Eu sou do tipo que acha que se um nutriente pode ocasionar muito mal a algumas pessoas, então o mesmo pode ocasionar pequenos males ao longo do tempo mesmo para os indivíduos saudáveis. 

Alguns especialistas têm observado quadros clínicos de sensibilidade ao glúten, sem que isso caracterize a doença celíaca propriamente dita. O contato com a substância, nesses casos, não leva a danos específicos no intestino delgado, mas os sintomas gastrointestinais se assemelham ao dos celíacos, como fala o Nutrólogo Mohamed Barakat em reportagem para revista. 

Mas o que pode ter tornado o glúten tão perigoso é o excesso do seu consumo. Afinal, itens como bolos, pães, macarrão e biscoitos se tornaram tradicionais no prato do brasileiro. 


Quando retiramos o glúten da nossa alimentação, acabamos retirando na sua maior parte os carboidratos de rápida absorção, chamados carboidratos simples. Esses provocam uma elevação da glicose na corrente sanguínea, aumentando a quantidade de insulina, hormônio responsável por colocar esses nutrientes dentro das nossas células.

 

O resultado é o aumento de deposito de gordura no corpo, principalmente na região do abdome. Por isso, quando retiramos o glúten da nossa dieta, acabamos melhorando a qualidade do carboidrato ingerido.

 

Daí a importância do acompanhamento com um nutricionista, para que haja trocas seguras dos alimentos, sem exceder ou subestimar a necessidade calórica de cada indivíduo e sem ocasionar perdas de nutrientes, como as vitaminas do complexo B (niacina, tiamina, riboflavina, ácido fólico, vitamina B12) e alguns minerais (zinco, fósforo e cálcio) que são micronutrientes encontrados na sua totalidade nos carboidratos.

 

Porém, algumas mudanças podem ser feitas desde já! Confira algumas trocas inteligentes para você reduzir o glúten da alimentação e melhorar a qualidade da sua dieta.
 

  • Macarrão --> Arroz 

 

  • Pão integral -->Tapioca 

 

  • Bolacha água e sal --> Pão de macaxeira sem glúten 

 

  • Preparações com farinha de trigo --> Amido de milho ou Farinha de arroz 

 

  • Biscoitos de leite ou água e sal --> Cookies integrais sem glúten

 

  • Bolo convencional --> Bolo de milho sem glúten 

 

  • Alimentos industrializados em geral --> alimentos naturais, como as raízes ( batata doce, inhame, mandioca), milho e derivados, arroz integral, entre outros. 

 

Pequenas atitudes, mas que podem fazer a diferença. Mude já seu estilo de vida. 

 

Beijos,

 

Raiane

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